senhora das águas

•fevereiro 19, 2015 • Deixe um comentário

…e o tal ‘poder da oportunidade’?
sim, ele pode mudar sua vida!  – se você o permitir.

 
Em caso como este, que realmente valeria a pena sem o menor esforço, nunca recuse à um chamado, à uma convocação! Jamais prive sua presença!!!…

 

Principalmente se esta for pedida de forma tão despojada, sincera, sem nem precisar do auxílio de um texto…somente ao som de ‘Wish you were here‘, e de ‘Light my fire‘.

 

Ambas em versões ao vivo!…Pra que tudo pudesse ficar à cores depois!…

Um jeitinho gostoso de uma jovem inteligente, belíssima e amável, expressar sua vontade de maneira subliminar…determinada! Segura!…

 

Sempre faça com que ela se sinta viva!…plena!
Sempre faça com que ela se sinta acolhida, segura…
Faça com ela perceba que viverem um novo dia juntos, pode ser algo único…
Perceba isto também!…

Cuide dela!…

Deixe claro que você é, acima de tudo, amigo…e que ela pode contar com você!
Faça com que ela se sinta do jeito que ela deve se sentir sempre: amada!

Mas seja de verdade, faça de coração…seu ego, sua mentira e sua indiferença, podem matar tudo!

 

E neste contrário, ‘Castles in the air‘ vai embalar seu arrependimento, fazer seu peito doer num misto de calor, embriaguês, desejo e saudade!…

 

iunffkuncooicmcccccc

…e se quem não é visto não é lembrado, sigo daqui, de frente pro teu olhar, pra que você nunca deixe de me ver!

 

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“Castles in the air” – Don Maclean

 

fragmentos:
 
“(…) estou cansado de castelos no ar
Eu sonhei que queria compartilhar com o mundo

(…) Estou lhe pedindo para dizer meu último adeus
O amor que conhecemos não merece outra tentativa

(…) Salve-me de todos os problemas e da dor
Sei que sou fraco, mas não posso encarar aquela menina de novo
Diga a ela as razões pelas quais não consigo permanecer
Talvez ela entenda se você disser diretamente a ela…(…)”

 

 

“Wish you were here” – Pink Floyd

 

 

“Light my fire” – The Doors

red wine

•outubro 15, 2014 • Deixe um comentário

…e às vezes, uma boa bebedeira, nos recobra à lucidez!

ráá…

😉

2014-10-08 19.50.44

dialectĭca

•janeiro 18, 2013 • Deixe um comentário

TESE: dizem que sou muito confuso!…
ANTÍTESE: …e eu concordo!

viva a SÍNTESE!!!
\o/

à borboleta da coroa de ouro

•janeiro 18, 2013 • Deixe um comentário

Um brinde com som de adeus a tudo que nunca vou descobrir…
ao que não consegui por enquanto perguntar…
à suposta reputação que ainda me impede de perguntar…
(ao que nem me lembro mais que ia perguntar!)

Um brinde com som de adeus às dúvidas,
às coincidências, às mutualidades…
aos encontros, aos desencontros, ao seu parfum, ao seu shampoo, a seu cigarro de folha de uva molhado – deveria tê-lo lambido, mastigado…engolido!

Um brinde com som de adeus à antipatia de algumas coisas que estavam em volta de você, ao comprimento do seu corte de cabelo, à intolerância, às fugas, às ignoradas, ao dinheiro gasto, às perspectivas novas, inusitadas, à sua cidade, às ruas, ao sol, à chuva, ao hotel, ao Radiohead, à noite…

Ao tempo…
enfim…à tudo…

À tudo que te envolve e me traz você…
à tudo que te circunda…
à tudo que você gosta…
à sua escova de dente…
à sua roupa…
à sua lingerie
à você…

Que vinho você prefere?
Um brinde com som de adeus!
que o tilintar de nossas taças ecoe alto para efetivar o fim desta prisão! – ps: minha taça é de plástico.

L.H.O.O.Q.

•janeiro 17, 2013 • Deixe um comentário

Je net parle pas français

so I continue in english, mamma paid for my course

so I give it to another one

 

Que é tão nociva que parece que l.h.o.o.q., numa tremenda contramão,

oh não! I’ll masturbate by both…

 

Can I hold you??

leave me touching in your sex, while you rest,

‘cause I love you…

leave me stay by your side…

 

©2010 . All rights reserved.

 

filé de fada

•outubro 16, 2011 • Deixe um comentário

obrigado por ter me amado tanto

realmente a razão não alcança as dimensões do amor
perdão por ter passado pelo lado de trás de sua inteligência

intercurso que me toma a ser autolimpante
ler e escrever entrelinhas sem rasuras
tornar-me suportável a outrem

são dias que já nascem velhos e cansados,
mas existe uma esperança anoréxica

Ainda pretendo valorar a doxa que nos abraçava

…e repintar nossas faces

areia entre os dedos

•outubro 16, 2011 • Deixe um comentário

cócegas nas narinas, enquanto sangram

choro contido
lâminas enfurrujadas na boca

brigo firme contra os lençóis no varal
cheiros de raiva…
cheiros de desespero…

cócegas nos joelhos, imersos na poça de sangue

tração de volta, atraso
outra tentativa frustrada de rebusca

a impressão de ter vivido um dia só durante dois anos
um ‘go ahead’ reverso e estranho
triste…

cócegas nos olhos, o sangue já me cobre

requintes da violência do aborto aos sonhos, aos planos
irreconhecimento mútuo – nada pra consertar, nada pra salvar

dor do arrependimento
muita, muita dor
acho que arrependimento mata sim

é uma parte sua que morre, quando se vai a areia entre os dedos
…a outra morre quando o vento sopra e espalha a areia pra nunca mais

já era

remorso terrível
amargor e aperto no peito

abismo existencial
afogamento por si…por dentro…

tempo ido